Quando buscamos a felicidade, não deve ser apenas para nós. Engana-se o eu que deseja apenas a própria felicidade. Do ponto de vista budista, esse eu nem mesmo existe da maneira como pensamos que existe. Ver a nós mesmos como o centro do universo é como estar preso em uma prisão que nós mesmos construímos. Tem um efeito negativo e distorcido em todos os nossos relacionamentos. Mas se pensarmos cuidadosamente sobre como as coisas realmente existem, chegaremos a compreender que essencialmente não há diferença entre nós e os outros. Eles são parte de nós e nós somos parte deles.
– 17th Karmapa